Dead Rising 4 Precisava De Mudanças Para Existir Um Dead Rising 5 Ou 6 • Eurogamer.pt


Joe Nickolls, responsável pelo estúdio Capcom Vancouver, falou sobre os desafios da indústria actual, e como tiveram necessidade de arriscar com Dead Rising 4, para que possa existir a possibilidade de mais tarde ser feito um Dead Rising 5, 6 ou até 7.

Nickolls acredita que a indústria dos videojogos é muito dura, que a audiência é exigente. “A internet permitiu a qualquer pessoa tornar-se num crítico, e todos são iguais na internet. Penso que a Capcom, e o nosso estúdio em particular, ganha é ao conversar com eles.”

Isto porque Dead Rising 4 gerou imensa controvérsia entre os fãs, quando foram anunciadas algumas alterações, como o remover do cronómetro e o foco numa experiência narrativa.

“O cronómetro, algumas pessoas não queriam saber dele, outras detestam o facto de não estar no jogo, algumas odiavam-no e adoraram que tenha sido removido. O que é que fazes então? Bem, colocamos o cronómetro no multijogador, e depois é colocado novamente perto do final do jogo, onde acreditamos ter importância.”

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Bryce Cochrane, produtor executivo, acrescentou que, “Um dos nossos objectivos é criar um produto que signifique que poderemos criar Dead Rising 5, 6, 7. Isso envolve expandir e mudar a série, e por vezes temos de arriscar. Isso significa que algumas pessoas vão ficar chateadas com o que fizeste. A única forma de descobrir se fizemos o que está certo é jogar o jogo.”

Nickolls relembra os tempos em que trabalho na EA, na série NHL, e como a introdução do segundo analógico no gameplay irritou muitas pessoas, e agora é visto como algo normal. Ele acredita que é preciso arriscar para descobrir o que fica melhor ou não. Quanto ao jogo em si, Dead Rising 4 estará disponível a 6 de Dezembro.

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